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Turismo
17/02/2007 :: Salto Parati é alternativa ao carnaval
Fonte: Gazeta do Povo
Beleza cênica, águas cristalinas e natureza quase intacta. Quem deseja fugir do agito das praias lotadas durante o carnaval pode encontrar no Salto do Rio Parati, localizado no entorno do Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange, em Guaratuba, um reduto propício ao relaxamento.

O acesso é feito por barcos de pequeno porte, que saem da Baía de Guaratuba, em frente ao centro antigo da cidade, e depois entram no Rio Parati. Dependendo do tipo de embarcação que se usa, o trajeto dura de 25 minutos a pouco mais de uma hora.


A diversão começa no início do passeio, já na baía. Com um pouco de sorte, pode-se observar os botos, além de apreciar a beleza dos manguezais. Depois de percorrido o trecho marinho, é chegada a hora de adentrar o Rio Parati. A mudança na cor da água, que passa de uma tonalidade escura para uma cristalina, indica que o salto está ficando mais próximo.

Mas antes de chegar a ele, é preciso desembarcar, pois o rio fica muito raso para se avançar de barco. A partir daí, a aventura segue com uma caminhada de 35 minutos até o salto. A vegetação da Mata Atlântica encanta os visitantes, presenteando-os com as mais variadas espécies de flores. Na região, que faz parte da Área de Preservação Ambiental (APA) de Guaratuba, encontram-se cerca de 64 espécies de mamíferos – alguns que só podem ser vistos neste lugar, como o ouriço-cachoeiro, e outros em perigo de extinção, como a onça-pintada –, além de inúmeros exemplares de aves, como o tímido macuco.

A trilha é de fácil acesso, apesar de alguns trechos serem mais fechados ou inclinados, o que pode dificultar um pouco para os que não estão acostumados. No caminho, casas de moradores locais (aproximadamente 60 pessoas habitam a região) contam um pouco da história recente, enquanto sambaquis (depósitos de conchas, restos de cozinha e esqueletos) fazem um relato de um passado remoto, tempo em que o lugar era habitado apenas por comunidades indígenas.

Ao chegar ao salto, todo o esforço da caminhada é recompensado. Nem mesmo a água gelada impede o banho. São quase dez metros de queda d'água e uma piscina natural que convida ao relaxamento. Impossível não se render à beleza e tranqüilidade, proporcionadas pelo canto dos pássaros e o barulho da cachoeira.

Após a caminhada, os turistas podem ainda se deliciar com a comida caseira feita por Aurora Andrade de Souza, 59 anos, que há quatro anos deixou Matinhos para morar na comunidade do Parati. Um dos pratos típicos é a cambira – um peixe aberto ao meio, temperado e defumado, para depois ser servido frito ou com molho, acompanhado de feijão e arroz.

O estudante Lucas Deprá, 15 anos, que mora em Cianorte, Norte do estado, que visitou pela primeira vez o local, acompanhado da família, gostou do passeio. Seu pai, Marco Antônio Deprá, 48 anos, diz que já havia conhecido inúmeras paisagens em todo o país mas que, mesmo assim, não deixou de ficar impressionado pelo Salto Parati. “Temos que explorar melhor o potencial turístico de nosso estado. Além de mais acessível em termos de distância, é também mais acessível financeiramente.”

E foi justamente a preocupação com o turismo e a preservação da região que fez com que fosse instituído o Conselho Gestor da APA de Guaratuba, formado por 15 membros da sociedade civil e outros 15 de instituições públicas. A gerente da APA de Guaratuba e funcionária do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Célia Cristina Lima Rocha, conta que o maior desafio é fazer com que o desenvolvimento ocorra sem gerar grandes prejuízos ao meio ambiente.

“Buscamos a implementação do turismo de baixo impacto ambiental, além de possibilitar à comunidade local uma alternativa econômica”, diz Célia. Ela fala ainda que o envolvimento dos moradores é essencial para o trabalho. “Eles são nossos maiores fiscais.”


Serviço: Raul Cristiano da Silva faz passeios de barco até o Salto Parati, com saída do trapiche da Baía de Guaratuba. O preço é R$ 30 por pessoa. Mais informações: (41) 3443-1793 e 9977-0364. Para almoçar no Parati, é preciso agendar com Aurora de Souza, telefone (41) 9959-4549. Outras informações podem ser obtidas na Secretaria Municipal de Turismo, telefone (41) 3442-8243.
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